quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 28 DE FEVEREIRO - QUINTA-FEIRA

II SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Lucas 16,19-31)
Glória a Cristo, palavra eterna do Pai que é amor!
Felizes os que observam a palavra do Senhor, de reto coração; e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes! (Lc 8,15)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. 
Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 16 19 “Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho finíssimo, e que todos os dias se banqueteava e se regalava. 
20 Havia também um mendigo, por nome Lázaro, todo coberto de chagas, que estava deitado à porta do rico. 
21 Ele avidamente desejava matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico. Até os cães iam lamber-lhe as chagas. 
22 Ora, aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. 
23 E estando ele nos tormentos do inferno, levantou os olhos e viu, ao longe, Abraão e Lázaro no seu seio. 
24 Gritou, então: ‘Pai Abraão, compadece-te de mim e manda Lázaro que molhe em água a ponta de seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou cruelmente atormentado nestas chamas’. 
25 Abraão, porém, replicou: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens em vida, mas Lázaro, males; por isso ele agora aqui é consolado, mas tu estás em tormento. 
26 Além de tudo, há entre nós e vós um grande abismo, de maneira que, os que querem passar daqui para vós, não o podem, nem os de lá passar para cá’. 
27 O rico disse: ‘Rogo-te então, pai, que mandes Lázaro à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, 
28 para lhes testemunhar, que não aconteça virem também eles parar neste lugar de tormentos’. 
29 Abraão respondeu: ‘Eles lá têm Moisés e os profetas; ouçam-nos!’ 
30 O rico replicou: ‘Não, pai Abraão; mas se for a eles algum dos mortos, arrepender-se-ão’. 
31 Abraão respondeu-lhe: ‘Se não ouvirem a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite algum dos mortos’”. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
O EGOÍSMO PUNIDO 

A visão estreita da pessoa egoísta não lhe permite ir muito além do limitado círculo de seus interesses. Vive fechada em seu pequeno mundo, cultivando seus projetos mesquinhos. O sofrimento e as necessidades dos outros são, para ela, coisa sem nenhuma importância. O "outro" não existe! 

A desventura dos egoístas consiste em não perceber que estão construindo sua própria condenação. Recusar-se a viver em comunhão com o próximo revela uma recusa mais fundamental: a de viver em comunhão com Deus. Idolatrando os bens deste mundo, acreditam ser supérflua a presença de Deus em suas vidas. Na raiz da incapacidade de fazer-se servidor, numa atitude de generosidade e desprendimento, está a perigosa pretensão de ocupar o lugar reservado unicamente a Deus. Sua auto-suficiência leva-os a prescindir do Criador, e a recusar-se a recorrer a ele. Em suma, fecham as portas para a sua salvação. 

Engana-se quem conta com uma segunda possibilidade de alcançar a salvação. Quando o rico da parábola, naquele lugar de tormento dá-se conta de sua insensatez, pretende que Deus mande alguém para advertir seus cinco irmãos, a fim de que não tenham sorte semelhante. Seu pedido, porém, não é aceito. 

A história humana está repleta de apelos ao amor e ao serviço. Basta um pouco de atenção e disponibilidade para escolhermos este caminho exigente. Caso contrário, só nos restará um castigo inadiável. 

Fonte: http://www.domtotal.com

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 27 DE FEVEREIRO - QUARTA-FEIRA

II SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Mateus 20,17-28)
Salve, Cristo, luz da vida, companheiro na partilha!
Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não caminha entre as trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8,12).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
Naquele tempo, 20 17 subindo para Jerusalém, durante o caminho, Jesus tomou à parte os Doze e disse-lhes: 
18 “Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. 
19 E o entregarão aos pagãos para ser exposto às suas zombarias, açoitado e crucificado; mas ao terceiro dia ressuscitará”. 
20 Nisso aproximou-se a mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos e prostrou-se diante de Jesus para lhe fazer uma súplica. 
20 21 Perguntou-lhe ele: “Que queres?” Ela respondeu: “Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. 
22 Jesus disse: “Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu devo beber?” “Sim”, disseram-lhe. 
23 “De fato, bebereis meu cálice. Quanto, porém, ao sentar-vos à minha direita ou à minha esquerda, isto não depende de mim vo-lo conceder. Esses lugares cabem àqueles aos quais meu Pai os reservou”. 
24 Os dez outros, que haviam ouvido tudo, indignaram-se contra os dois irmãos. 
25 Jesus, porém, os chamou e lhes disse: “Sabeis que os chefes das nações as subjugam, e que os grandes as governam com autoridade. 
26 Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, se faça vosso servo. 
27 E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro, se faça vosso escravo. 
28 Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por uma multidão”. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
DUAS ATITUDES CONTRASTANTES 

É fácil perceber o contraste entre as duas atitudes apresentadas no Evangelho. Fica, em aberto, a questão: com qual delas mais nos identificamos? 

A primeira atitude é a de Jesus, o Filho do Homem, cuja vida está a ponto de ser entregue, como sinal de seu total desprendimento e de sua absoluta fidelidade à vontade do Pai. Caminhando para a morte, tem consciência de não ter dado espaço ao egoísmo, em seu coração. Sua existência definiu-se como serviço generoso aos que viviam oprimidos pelo pecado e precisavam libertar-se. 

Contrastando com Jesus, está a atitude dos filhos de Zebedeu. Ambiciosos, querem garantir um lugar de destaque no reino messiânico, que está para ser instaurado, e assim, receber honrarias e serem servidos. Têm apenas ideais de grandeza, postos a serviço do próprio egoísmo. Não lhes interessa o bem que poderão fazer, e sim, os benefícios dos quais irão usufruir. Não lhes passa pela cabeça sacrificarem-se pelos outros, mas exigir que os demais se sacrifiquem por eles. 

O cristão, tem diante de si, estas duas possibilidades. A fidelidade à sua vocação cristã dependerá da capacidade de optar pela atitude de Jesus. Embora devendo passar pela cruz, esta é a atitude que corresponde à vontade de Deus. 

Fonte: http://www.domtotal.com

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 26 DE FEVEREIRO - TERÇA-FEIRA

II SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Mateus 23,1-12)
Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai!
Lançai para bem longe toda a vossa iniqüidade! Criai em vós um novo espírito e um novo coração! (Ez 18,31).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
Naquele tempo, 23 1 dirigindo-se, então, Jesus à multidão e aos seus discípulos, disse: 
2 “Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés. 
3 Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem. 
4 Atam fardos pesados e esmagadores e com eles sobrecarregam os ombros dos homens, mas não querem movê-los sequer com o dedo. 
5 Fazem todas as suas ações para serem vistos pelos homens, por isso trazem largas faixas e longas franjas nos seus mantos. 
6 Gostam dos primeiros lugares nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas. 
7 Gostam de ser saudados nas praças públicas e de ser chamados rabi pelos homens. 
8 Mas vós não vos façais chamar rabi, porque um só é o vosso preceptor, e vós sois todos irmãos. 
9 E a ninguém chameis de pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 
10 Nem vos façais chamar de mestres, porque só tendes um Mestre, o Cristo. 
11 O maior dentre vós será vosso servo. 
12 Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado”. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
A FALTA DE MISERICÓRDIA 
A sensibilidade de Jesus para a falta de misericórdia, no trato mútuo, era evidente. A menor atitude de menosprezo ou insensibilidade, em relação ao próximo, chamava-lhe a atenção. Por isso, aproveitava estas ocasiões para advertir os discípulos. 

Os escribas e fariseus estavam, constantemente, na mira de Jesus. Eles tinham certos comportamentos com os quais o Mestre não podia compactuar, por não serem movidos pela misericórdia. Assim, impunham, às pessoas de boa-fé, um acúmulo de prescrições, ao passo que eles mesmos não se sentiam obrigados a cumpri-las. Igualmente, com ar de importância, exigiam que as pessoas lhes deixassem os primeiros lugares nos banquetes, nas sinagogas e nas praças, e que as chamassem com o título honroso de "rabi". E muitas coisas mais! Toda essa maneira de se comportar é que os discípulos deveriam evitar. O Mestre foi explícito: "Não imiteis suas ações!", pois não primam pela misericórdia. 

O discípulo espelha-se no modo de agir de Jesus. Contrariamente aos escribas e fariseus, o Mestre não se prevaleceu dos pequenos e fracos, antes, procurou agir com extrema humildade e discrição, jamais buscando grandezas e honrarias mundanas. Seu agir misericordioso desmascarava a arrogância de seus adversários. 

Fonte: http://www.domtotal.com

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Bento XVI deixa aos cardeais a faculdade de antecipar o Conclave


Foi publicada nesta segunda-feira, 25 de fevereiro, a Carta Apostólica de Bento XVI em forma de Motu Proprio "Normas nonnullas", sobre algumas modificações nas regras relativas à eleição do Romano Pontífice. No documento, Bento XVI faz algumas alterações nas normativas precedentes para "garantir o melhor desempenho de respeito, mesmo com ênfase diferente, da eleição do Sumo Pontífice, e de uma mais correta interpretação e aplicação de algumas disposições.
"Nenhum cardeal eleitor poderá ser excluído tanto da eleição ativa quanto da passiva por nenhum motivo ou pretexto, exceto conforme previsto nos números 40 e 75 da Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis", afirma Bento XVI. Foi estabelecido que a partir do momento em que a Sé Apostólica estiver legitimamente vacante, espera-se quinze dias para ter início o Conclave.
O Papa deixa ao Colégio Cardinalício a faculdade de antecipar o início do Conclave se consta da presença de todos os cardeais eleitores, como também a faculdade de prolongar, se existirem motivos graves, o início da eleição por alguns outros dias. Passados ao máximo vinte dias do início da Sé Vacante, todos os cardeais eleitores presentes devem proceder à eleição.
Especificam-se as normas para o sigilo do Conclave: "Todo o território da Cidade do Vaticano e também a atividade ordinária dos escritórios dentro de seu âmbito deverão ser regulados, no dito período, a fim de garantir a discrição e o desempenho livre de todas as operações ligadas à eleição do Sumo Pontífice. Em particular deverá ser previsto, com a ajuda de prelados clérigos, que ninguém se aproxime dos cardeais eleitores durante o percurso da Casa Santa Marta ao Palácio Apostólico Vaticano.
Todas as pessoas que por qualquer motivo e em qualquer tempo ficarem sabendo do que diretamente ou indiretamente concerne aos atos relativos à eleição, sobretudo em relação às cédulas na própria eleição, são obrigadas ao segredo absoluto com qualquer pessoa que não faça parte do Colégio dos Cardeais eleitores. Para esse objetivo, antes do início das eleições, eles deverão fazer juramento segundo modalidades precisas na consciência de que uma sua infiltração levará a excomunhão "latae sententiae", reservada à Sé Apostólica.
Foram abolidas as eleições por aclamação e por compromisso. A única forma reconhecida de eleição do Romano Pontífice é a de voto secreto.
"Se as votações das quais nos números 72, 73 e 74 da Constituição Apostólica Universi Dominici gregis não terão êxito, ficou estabelecido que se dedique um dia de oração, reflexão e diálogo. Nas votações sucessivas, "terão voz passiva somente os dois nomes que na votação precedente obtiveram o maior número de votos, nem poderá retirar-se da disposição que para a eleição válida, mesmo nestes votos, é exigida a maioria qualificada de pelo menos dois terços dos votos dos cardeais do presentes e votantes. Nessas votações, os dois nomes que têm voz passiva não têm voz ativa".
"Realizada canonicamente a eleição, o último dos Cardeais diáconos chama na sala da eleição o secretário do Colégio Cardinalício, o mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias e dois Mestres de Cerimônias; então o Cardeal Decano, ou o primeiro dos cardeais por ordem e idade, em nome de todo o Colégio dos eleitores pede o consenso do eleito com as seguintes palavras: Aceita a sua eleição canônica como Sumo Pontífice? E apenas recebido o consenso ele pergunta: Como gostaria de ser chamado? Então o Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, atuando como tabelião e as tendo como testemunhas dois Mestres de Cerimônias, redige um documento sobre a aceitação do novo Papa e o nome tomado por ele".
Fonte: http://www.cnbb.org.br

EVANGELHO DO DIA


DIA 25 DE FEVEREIRO - SEGUNDA-FEIRA

II SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA DA II SEMANA)

Evangelho (Lucas 6,36-38)
Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor!
Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! (Jo 6,63.68).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. 
Naquele tempo, 6 36 disse Jesus aos seus discípulos: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. 
37 Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados; 
38 dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também”. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
O AGIR CRISTÃO 
O cristão tem consciência de que suas ações superam os limites das relações humanas, para desembocar no Pai. Por isso, todo gesto humano, sem exceção, tem algo a ver com Deus: deve inspirar-se nele, de quem receberá o prêmio ou o castigo. 

O eixo fundamental da vida cristã deve ser a misericórdia. O motivo é simples: a misericórdia é o eixo fundamental do agir do Pai. E, pela misericórdia, o cristão reproduz um modo de ser característico de Deus. 

Jesus indicou-nos algumas maneiras de expressar a misericórdia: não nos tornar juízes do próximo, e por conseguinte, abster-nos de condená-lo; perdoar sempre, e sermos capazes de doar nossos bens, com generosidade. A misericórdia, portanto, consiste em colocar-se diante do próximo com a humildade de quem se sabe servidor, e com a consciência de não ter o direito de julgá-lo e condená-lo. Isto compete ao Pai. A pessoa misericordiosa está sempre disposta a reatar, mediante o perdão, os laços rompidos pela inimizade. 

A contrapartida da misericórdia humana é a misericórdia divina. O Pai não julga nem condena a quem foi capaz de ser misericordioso. Perdoa a quem foi capaz de perdoar. E a quem soube doar, dá com superabundância. 

O cristão não pode perder de vista esta dimensão de seu agir. A falta de misericórdia resultará fatal, no momento de seu encontro com o Pai. 

Fonte: http://www.domtotal.com

domingo, 24 de fevereiro de 2013

LITURGIA DOMINICAL - II DOM QUARESMA


DIA 24 DE FEVEREIRO - DOMINGO

II DOMINGO DA QUARESMA
(ROXO, CREIO, PREFÁCIO PRÓPRIO – II SEMANA DO SALTÉRIO)


Leitura (Gênesis 15,5-12.17-18)
Salmo responsorial 26/27
Leitura (Filipenses 3,17-4,1)
Evangelho (Lucas 9,28-36)
Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória. 

Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós! (Lc 9,35) 



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. 
9 28 Passados uns oitos dias, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e subiu ao monte para orar. 
29 Enquanto orava, transformou-se o seu rosto e as suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura. 
30 E eis que falavam com ele dois personagens: eram Moisés e Elias, 
31 que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém. 
32 Entretanto, Pedro e seus companheiros tinham-se deixado vencer pelo sono; ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois personagens em sua companhia. 
33 Quando estes se apartaram de Jesus, Pedro disse: “Mestre, é bom estarmos aqui. Podemos levantar três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias!” Ele não sabia o que dizia. 
34 Enquanto ainda assim falava, veio uma nuvem e encobriu-os com a sua sombra; e os discípulos, vendo-os desaparecer na nuvem, tiveram um grande pavor. 
35 Então da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o!” 
36 E, enquanto ainda ressoava esta voz, achou-se Jesus sozinho. Os discípulos calaram-se e a ninguém disseram naqueles dias coisa alguma do que tinham visto. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
A SANTIDADE REVELADA 
Os discípulos estavam longe de conhecer o Mestre, com quem partilhavam a vida e a missão. Nada de extraordinário havia em Jesus, que o distinguisse dos demais seres humanos. Com certeza, alguns traços de sua personalidade faziam dele uma pessoa especial. Contudo, nada que o fizesse impor-se às pessoas, obrigando-as a confessarem sua condição de Filho de Deus. 

A transfiguração revelou aos três discípulos escolhidos o que, em Jesus, está além das aparências: sua santidade. Tudo, na cena, aponta para isto. Jesus transfigurou-se, enquanto estava em oração, em profunda intimidade com o Pai. Seu rosto assumiu uma nova fisionomia. A candura fulgurante de suas vestes, e tudo o mais, apontavam para a riqueza interior do Mestre. O ápice da experiência dá-se quando o Pai proclama-o com sendo seu Filho amado. Não resta lugar à dúvida: a humanidade de Jesus encobria sua santidade, que o colocava na esfera divina. 

A proposta dos discípulos, encantados com o que viram, não convenceu a Jesus. Querer ficar no alto do monte, contemplando a glória do Mestre, não era um desejo viável. Era preciso descer a montanha e, com ele, caminhar até a cruz. Só então, para sempre, o fulgor de sua glória despontaria na ressurreição. 

Fonte: http://www.domtotal.com

sábado, 23 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 23 DE FEVEREIRO - SÁBADO

I SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)


Evangelho (Mateus 5,43-48)
Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! 
Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação (2Cor 6,2). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
5 43 Disse Jesus aos seus discípulos: “Tendes ouvido o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo’. 
44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem. 
45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. 
46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos? 
47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos? 
48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito”. 
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
MAR OS INIMIGOS
O mandamento de amar os inimigos é característico do projeto de Jesus. Esse mandamento é, em última análise, a pedra de toque da perfeição cristã. Quem é capaz de bendizer a quem o maldiz, fazer o bem a quem o odeia, orar por seus perseguidores e caluniadores, está muito próximo do modo divino de agir. Pelo contrário, quem ama somente àqueles que o amam, ou saúda apenas os seus parentes e amigos, age tão somente como os pagãos, que desconhecem a Deus. 

Inspirando-se no Pai, o discípulo de Jesus ama, sem fazer distinção entre maus e bons, justos e injustos. Todos são irmãos, igualmente merecedores de seu amor. Os inimigos, no entanto, por representarem um desafio especial, devem particularmente polarizar sua atenção. Amando-os, o discípulo dará provas de sua condição de filho do Pai celeste. 

A paixão e morte de Jesus exigiu dele pôr em prática o mandamento ensinado aos discípulos. Rodeado de inimigos, perseguidores e caluniadores, embora sabendo-se inocente, teria tido razão para odiá-los. Jesus, porém, venceu esta prova, ao implorar ao Pai que os perdoasse. Aliás, nada, nas cenas da paixão, deixa entrever ódio no coração do Mestre, em relação aos seus carrascos. A cruz é, para os cristãos, um sinal evidente de que, de fato, é possível amar os próprios inimigos. 

Fonte: http://www.domtotal.com

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 22 DE FEVEREIRO - SEXTA-FEIRA

CÁTEDRA DE SÃO PEDRO
(BRANCO, GLÓRIA, PREFÁCIO DOS APÓSTOLOS – OFÍCIO DA FESTA)

Evangelho (Mateus 16,13-19)
Aleluia, aleluia, aleluia. 
Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu irei construir minha Igreja, e as portas do inferno não irão derrotá-la (Mt 16,18). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo, 16 13 chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: "No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?" 
14 Responderam: "Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas". 
15 Disse-lhes Jesus: "E vós quem dizeis que eu sou?" 
16 Simão Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!"
17 Jesus então lhe disse: "Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. 
18 E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. 
19 Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
FÉ E MISSÃO
A missão de liderança confiada a Pedro exigiu dele uma explicitação de sua fé. Antes de assumir o papel de guia da comunidade, foi preciso deixar claro seu pensamento a respeito de Jesus, de forma a prevenir futuros desvios.

Se tivesse Jesus na conta de um messias puramente humano, correria o risco de transformar a comunidade numa espécie de grupo guerrilheiro, disposto a impor o Reino de Deus a ferro e fogo. A violência seria o caminho escolhido para fazer o Reino acontecer.

Se o considerasse um dos antigos profetas reencarnados, transformaria a Boa-Nova do Reino numa proclamação apocalíptica do fim do mundo, impondo medo e terror. De fato, pensava-se que, no final dos tempos, muitos profetas do passado haveriam de reaparecer. 

Se a fé de Pedro fosse imprecisa, não sabendo bem a quem havia confiado a sua vida, correria o risco de proclamar uma mensagem insossa, e levar a comunidade a ser como um sal que perdeu seu sabor, ou uma luz posta no lugar indevido.

Só depois que Pedro professou sua fé em Jesus, como o “Messias, o Filho do Deus vivo”, foi-lhe confiada a tarefa de ser “pedra” sobre a qual seria construída a comunidade dos discípulos: a sua Igreja. Entre muitos percalços, esse apóstolo deu provas de sua adesão a Jesus, selando o seu testemunho com a própria vida, demonstração suprema de sua fé. Portanto, sua missão foi levada até o fim.

Fonte: http://www.domtotal.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Papa estuda possibilidade de "Motu Proprio" para esclarecer pontos do Conclave, afirma Pe. Lombardi



Durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, 20 de fevereiro, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, afirmou que "o Papa está considerando a possibilidade da publicação de um Motu Proprio, nos próximos dias, obviamente antes do início da Sé Vacante, para precisar alguns pontos particulares da Constituição apostólica sobre o Conclave, pontos estes que ao longo dos últimos anos foram apresentados".
O religioso não soube dizer se o Pontífice vai considerar necessário ou oportuno fazer este esclarecimento sobre a questão do tempo de início do Conclave. “Se e quando o documento será publicado o veremos. O que me resulta é o estudo, por exemplo, de alguns pontos de detalhe para a plena harmonização com outro documento que diz respeito ao conclave, ou seja, o Ordo Rituum Conclavis", prosseguiu Pe. Lombardi.
De acordo com o porta-voz, a decisão depende apenas da avaliação de Bento XVI, que julgará ou não ser necessária a publicação de um documento como este.
Fonte: http://www.cnbb.org.br

Bento XVI nomeia dois novos bispos para o Brasil nesta quinta-feira



Os monsenhores Marco Aurélio Gubiotti e Gabriele Marchesi foram nomeados, nesta quinta-feira, 21 de fevereiro, novos bispos para o Brasil. Monsenhor Marco Aurélio  como novo bispo da diocese de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e para a  diocese de Floresta (PE), foi nomeado o monsenhor Gabriele Marchesi.
Monsenhor Marco Aurélio Bubiotti é mineiro de Ouro Fino (MG), e tem 49 anos de idade. Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado presbítero em 1989, e exerceu a missão paroquial nas cidades de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí. Obteve o título de Mestre em Estudos Bíblicos pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo (SP). Colaborou com a formação no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Atualmente, padre Marco Aurélio era pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre.
Monsenhor Gabriele Marchesi nasceu em Incisa Valdarno, na Itália, e está com 59 anos de idade. Cursou filosofia no seminário diocesano de Fiesole, e a teologia em Fiorentino. Ordenado sacerdote em 1978, atuou como pároco na diocese de Fiesole até 2003, quando veio para o Brasil. Desde então, está na diocese de Viana (MA) como sacerdote “Fidei Donum”. Atualmente, era o pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo e Nossa Senhora do Rosário na cidade de Pedro do Rosário (MA), e também o coordenador de pastoral da diocese.
Fonte: http://www.cnbb.org.br

EVANGELHO DO DIA


DIA 21 DE FEVEREIRO - QUINTA-FEIRA

I SEMANA DA QUARESMA *
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Mateus 7,7-12)
Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! 
Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo! (Sl 50,12.14). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 7" Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. 
8 Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. 
9 Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? 
10 E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? 
11 Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem. 
12 Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Esta é a lei e os profetas".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
A BONDADE DO PAI 
Um dos traços fundamentais da imagem de Deus, revelada por Jesus, foi a bondade. A insistência neste ponto deveu-se, sem dúvida, às imagens destorcidas que povoavam a fé popular. Muita gente, ontem e hoje, cultua um Deus rigoroso, sempre pronto a castigar, impaciente com as limitações humanas, intransigente quando se trata de cobrar. 

O Deus de Jesus Cristo, pelo contrário, prima pela condescendência para com os seres humanos: pronto para atender quando solicitado, disponível para quem o procura, e incapaz de fechar-se para quem se dirige a ele. Tudo o que é bom para a humanidade, ele não se recusa a conceder. 

Jesus Cristo constituiu-se no dom mais precioso de que a humanidade carecia. E o Pai soube satisfazê-la. Sem Jesus, os seres humanos caminhavam sem rumo, incapazes de alcançar, por si mesmos, a salvação. Não lhes restava outra perspectiva a não ser a condenação. A vinda de Jesus - enquanto dom do Pai - restituiu-lhes o sentido de viver. Nele todas as coisas encontram sentido. 

Este é o ponto de vista com o qual a paixão de Jesus deve ser considerada: aquele que caminha para a morte foi o maior dom que o Pai concedeu à humanidade. Jesus é a prova mais convincente do amor que Deus devota aos seres humanos.

Fonte: http://www.domtotal.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 20 DE FEVEREIRO - QUARTA-FEIRA

I SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Lucas 11,29-32)
Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai! 
Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente (Jl 2,12s). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. 
Naquele tempo, 11 29 quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: "Esta geração é uma geração perversa; pede um sinal, mas não se lhe dará outro sinal senão o sinal do profeta Jonas. 
30 Pois, como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim o Filho do Homem o será para esta geração. 
31 A rainha do meio-dia levantar-se-á no dia do juízo para condenar os homens desta geração, porque ela veio dos confins da terra ouvir a sabedoria de Salomão! Ora, aqui está quem é mais que Salomão. 
32 Os ninivitas levantar-se-ão no dia do juízo para condenar os homens desta geração, porque fizeram penitência com a pregação de Jonas. Ora, aqui está quem é mais do que Jonas".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
UMA CHANCE PERDIDA 
Os contemporâneos de Jesus não fizeram muito caso de sua pregação. Quando confrontados com a exigência de conversão, colocavam em dúvida a pessoa de Mestre, exigindo dele sinais que comprovassem sua autoridade. 

No fundo, a geração perversa daquele tempo não estava disposta a abrir mão de seus esquemas, e a acolher a proposta que lhe era apresentada. As exigências de Jesus eram vistas com desprezo por quem se sentia seguro, apegado às próprias idéias, e convencido da própria salvação; por quem havia reduzido Deus aos limites da própria mentalidade, um Deus que já não tinha mais força para questionar; por quem cultuava a tradição, apegando-se ao passado. 

A censura de Jesus a seus contemporâneos evidencia que eles tinham perdido uma grande chance oferecida por Deus. Até mesmo os habitantes de Nínive, apesar de serem pagãos, deram ouvido a Jonas; e fizeram penitência, após a pregação do profeta. Mesmo a rainha de Sabá, vinda de longe, fora ter com o rei Salomão - homem extraordinariamente sábio -, a fim de ser instruída por ele. A geração do tempo de Jesus, ao invés disso, fechou-se, decididamente, diante do convite que lhe era feito, chegando até a suspeitar do Mestre. 

A prudência nos recomenda a estarmos atentos aos apelos de Deus, para que não tenhamos de lamentar a chance perdida. Diante do convite de Jesus, é necessário converter-se, sem demora. 

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 19 DE FEVEREIRO - TERÇA-FEIRA

I SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Mateus 6,7-15)
Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! 
O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus (Mt 4,4). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos 6 7 "Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. 
8 Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais. 
9 Eis como deveis rezar: Pai nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; 
10 venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. 
11 O pão nosso de cada dia nos dai hoje; 
12 perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; 
13 e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 
14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. 
15 Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
APRENDENDO A REZAR 
O período quaresmal incentiva os cristãos a buscarem uma maior intimidade com Deus, mediante a oração. Neste contexto, é importante redescobrir a prática da oração na vida de Jesus, e recuperar as orientações dadas por ele a respeito da maneira correta de rezar. 

O Pai-Nosso delineia os sete pontos essenciais da oração cristã, e, ao mesmo tempo, constitui um programa de vida. Na perspectiva de Jesus, oração e ação caminham sempre juntas. 
A santificação do nome do Pai, o desejo da vinda de seu Reino e o anseio de que sua vontade seja feita, são mais do que simples palavras dirigidas a Deus. Estes três pedidos expressam esta disposição do cristão: lutar contra toda forma de idolatria, que deixa de lado o Deus verdadeiro, substituindo-o por falsas divindades. 

A idolatria começa a ser combatida, quando os cristãos são capazes de repartir, fraternalmente, o pão cotidiano; quando perdoam e buscam a reconciliação; quando não se deixam levar pela tentação que os desvia do projeto de Jesus; quando são preservados de trilhar o caminho do mal e do pecado. 
Estes quatro pedidos são já uma forma de pôr em prática os três primeiros. Não existe outra maneira de engrandecer o nome do Pai e combater a idolatria, a não ser fazendo frente ao pecado, que divide e destrói a humanidade. É isto que devemos pedir na oração. 

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA


DIA 18 DE FEVEREIRO - SEGUNDA-FEIRA

I SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

Evangelho (Mateus 25,31-46)

Salve Cristo, luz da vida, companheiro na partilha! 
Eis o tempo de conversão; eis o dia da salvação (2Cor 6,2). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 25 31 "Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. 
32 Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 
33 Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 
34 Então o Rei dirá aos que estão à direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, 
35 porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; 
36 nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim’. 
37 Perguntar-lhe-ão os justos: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? 
38 Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? 
39 Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?’ 
40 Responderá o Rei: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes’. 
41 Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: ‘Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. 
42 Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; 
43 era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes’. 
44 Também estes lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?’ 
45 E ele responderá: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.’ 
46 E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
SALVOS PELA CARIDADE 

A descrição do juízo final é um alerta premente para a comunidade cristã, empenhada em dar testemunho de sua fé. Sublinhando o que acontece no final da caminhada terrena, o ponto visado é o presente da comunidade. Em última análise, é no agora de sua vida que vai se definindo a sorte futura de seus membros. O Mestre ensina que existe uma maneira correta e outra incorreta de buscar a salvação. Urge não se enganar! 

A maneira correta consiste em demonstrar um amor entranhado ao próximo, mormente aos famintos, aos sedentos, aos estrangeiros, aos despojados de suas vestes, aos doentes e aos prisioneiros. Esta lista deve ser completada com todas as demais categorias de empobrecidos, marginalizados e aviltados em sua dignidade. Salva-se quem se dispõe a solidarizar-se com eles, vindo ao encontro de suas necessidades, tornando-se encarnação de Deus em suas vidas, de forma a revelar-lhes o quanto são amados pelo Pai. 

A maneira incorreta consiste em contentar-se com os bons propósitos, com palavreados vazios, com moralismos inconsistentes, com dogmatismos intransigentes e fanáticos. Quem se aferra a tais atitudes, desviando-se dos necessitados ou não tendo tempo para eles, será surpreendido com as severas palavras de condenação do Filho do Homem, revestido da dignidade de juiz universal. 
É mister buscar a caridade fraterna, único meio de atingir a comunhão com o Pai. 

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domingo, 17 de fevereiro de 2013

ÚLTIMA RENÚNCIA DE PAPA FOI EM 1415

GREGÓRIO XII
Até o Papa Bento XVI anunciar nesta segunda-feira (11) que vai renunciar em 28 de fevereiro, a última vez que um Papa renunciou do cargo foi há quase 600 anos. Em 1415, o Papa Gregório XII anunciou a saída do cargo para encerrar uma disputa com um candidato rival à Santa Sé.

Na época, a Igreja Católica vivia uma grande crise, chamada de Grande Cisma do Ocidente, que durou de 1378 a 1417 e levou a três sedes papais: Roma, Avignon (França) e Pisa. Consequentemente, o poder passou a ser disputado por três pontífices, um Papa (de Roma) e dois Antipapas (de Avignon e Pisa). Gregório XII enfrentou a concorrência de Bento XIII e Alexandre V. Em 1415, Gregório XII abdicou do cargo no Concílio de Constança, após grande pressão dentro da Igreja, e morreu dois anos depois. O concílio elegeu em 1417 o Papa Martinho V.

O primeiro registro de renúncia de um Papa foi de Ponciano, que ficou no cargo de 230 a 235. Ponciano foi vítima do imperador Maximiniano, que o aprisionou, condenou e deportou para a Sardenha para fazer trabalhos forçados e renunciou ao chegar à ilha. Em 535, o Papa Silvério foi forçado a renunciar ao cargo após ser exilado.

O Papa Celestino V ficou nove meses no cargo, entre julho e dezembro de 1294, quando renunciou.O Papa João XVIII ficou à frente da Igreja Católica de 1003 a 1009, quando renunciou. O Papa Bento IX teve seu ordenado marcado por denúncias de corrupção. Ele abdicou do cargo em 1045 em favor de Gregório VI, mas tentou voltar atrás. Acabou voltando como papa em 1047, deixando o posto em 1048.

Lei canônica prevê renúncia

Na lei canônica, há um dispositivo que prevê que um Papa pode renunciar, mas precisa fazê-lo por sua livre vontade, e não é necessário que sua renúncia seja aceita por ninguém.

A renúncia de um Papa está prevista no Código de Direito Canônico, no artigo 332.2, que estabelece que para ser válida é necessário que seja de livre e espontânea vontade e que não precisa ser aceita por ninguém. Segundo o código, uma vez tendo renunciado, o papa não pode mais voltar atrás.

A Sé Vacante, ou seja, o tempo que transcorre de quando um papa morre ou renuncia - como anunciou nesta segunda-feira Bento XVI - até que se eleja o sucessor, começará em 28 de fevereiro às 20 horas de Roma (17h de Brasília), segundo anunciou o próprio pontífice em sua carta de renúncia.

Após a saída ou morte do Papa, os assuntos da Igreja fica sob a responsabilidade do Cardeal Decano, ou Camerlengo. É ele quem convoca o conclave, que significa “local para reuniões secretas”, reúne todos os 120 cardeais da Igreja Católica no Vaticano. Eles ficam isolados em celas particulares e se reúnem na Capela Sistina duas vezes por dia para votar, durante nove dias, nove dias, ou pelo tempo que for necessário.

O voto é secreto. A votação é feita em papel. Para que um Papa seja eleito o candidato deverá ter a maioria dos votos, ou seja, metade mais um. Depois de cada sessão, os papéis da votação são queimados. Se não houver uma definição, uma substância química é adicionada aos papéis para produzir uma fumaça escura, que sai pela chaminé do telhado do Palácio do Vaticano. Se houver uma definição, a fumaça é branca. O novo pontífice é anunciado para a multidão com a frase em latim “Habemus papam”.

Fonte: http://g1.globo.com