Quem comete adultério, peca duas
vezes. O primeiro pecado é o da fornicação, do desrespeito da pessoa do
outro ou da outra como templo do Espírito Santo, o que se constitui em
profanação do sagrado, da propriedade divina pela consagração batismal. O
segundo pecado é contra o vínculo matrimonial, é o rompimento de uma
promessa que foi feita diante de Deus e da Igreja. E a causa de tão
grave pecado encontra-se na dureza do próprio coração, que não é capaz
de abrir-se à graça divina e aos verdadeiros valores e se torna escravo
da luxúria, fazendo dela o verdadeiro deus da própria vida.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
Nós não temos como pagar a Deus para
obtermos o perdão dos nossos pecados, de modo que merecemos a paga
pelos mesmos que é a morte. Mas o amor misericordioso de Deus não
permite que nenhum dos seus filhos e filhas seja entregue à morte, de
modo que a verdadeira paga pelos nossos pecados foi a obediência de
Jesus, amando-nos até o fim e, assim, apesar dos nossos pecados, temos a
eterna aliança com ele. Desse modo, Deus nos dá o exemplo do verdadeiro
perdão, nos ensinando que tudo devemos fazer para restaurar a unidade
perdida por causa dos males que as pessoas comentem contra nós.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
A vida em comunidade é essencial
para que possamos sentir a presença de Jesus no meio de nós e usufruir
dessa presença, porém ela não é fácil, principalmente por causa das
dificuldades de relacionamento. A comunidade, para ser realmente cristã,
deve ser pautada na misericórdia, no perdão e na acolhida dos que
erram, buscando não a punição, mas sim o reerguimento e a superação dos
que erram, possibilitando-lhes a conversão e a vida nova em Cristo. É
por isso que Jesus nos mostra, no Evangelho de hoje, as exigências da
correção fraterna juntamente com a sua promessa de presença no meio de
nós.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
Reflexão - Mt 18, 1-5.10.12-14
A nossa vida é constantemente
condicionada pelos valores e costumes da sociedade e nós temos a
tendência de querer levar os valores do mundo para a Igreja e até mesmo
para o Reino de Deus. Entre esses valores do mundo que nos influenciam,
podemos citar a hierarquização e a competitividade no dia a dia, que
fazem com que haja sempre entre nós um clima de disputa e de busca de
superioridade em relação às outras pessoas. É esse clima o principal
responsável por muitos mal estares na vida da comunidade. São os valores
evangélicos que devem transformar o mundo e não os valores do mundo que
devem transformar a Igreja.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
I INTERCÂMBIO JOVEM
A PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO DE JUCURUTU-RN E A PASTORAL DA JUVENTUDE, CONVIDAM A TODOS OS JOVENS PARA O I INTERCÂMBIO JOVEM QUE SERÁ REALIZADO DIA 18/08/2012 ÁS 7h NO CLUBE ACEJ.
TAXA DA INSCRIÇÃO: R$ 2,00 reais.
JESUS ESPERA POR VOCÊ!!!!!
“Já não vos chamo servos, mas chamei-vos amigos” (Jo 15,15)
Caríssimos
irmãos do Grupo de Vida João Paulo II, queridos internautas Paz e Luz para
todos.
Hoje tenho a
alegria de celebrar o primeiro mês de Ordenação Sacerdotal, juntamente com meus
irmãos no presbitério, Pe. Luiz Carlos, Pe. Cláudio, Pe. Jerônimo, Pe. Rodrigo
e Pe. João Júnior, e redemos graças ao nosso amado Deus pelo chamado a vocação
sacerdotal, por ter-nos escolhido para tão sublime ministério. Minha eterna gratidão
ao Sumo e eterno Pastor Jesus Cristo. Além de celebrar um mês de ordenação sacerdotal
rendo graças pelo meu onomástico, dia de Santo Hipolito. Santo Hipolito,
sacerdote, nos primeiros séculos 235, foi martirizado e seu corpo foi sepultado
no cemitério que está junto à Via Tiburtina. A Igreja Romana presta culto desde
o princípio do século IV. A oração eucarística de número dois foi elaborada por
Santo Hipolito.
Santo Hipolito, Rogai por nós!!!!
PARABÉNS!!!!!!!!!!!
O GRUPO DE VIDA JOÃO PAULO II, PARABENIZA OS SEIS NOVOS PADRES DA DIOCESE DE CAICÓ-RN. HOJE ELES COMPLETAM UM MÊS DE PADRE. QUE DEUS ABENÇOE A TODOS E SEJAM FIEIS AO CHAMADO DE DEUS.
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
Reflexão - Mt 17, 22-27
Uma coisa é termos direito sobre
algo e outra coisa é a conveniência do uso desse direito. No nosso dia a
dia, muitas vezes acontece que temos que renunciar a um direito em
vista de um bem maior. O próprio Jesus nos mostra essa necessidade no
evangelho de hoje, quando renuncia ao direito de não parar os impostos
do templo para conseguir um bem maior que está no fato de evitar
escândalos. Assim, também nós devemos deixar de lado determinados
direitos, que podem até demonstrar mesquinhez,quando esses podem se
tornar causa de escândalos ou conflitos e fazer com que percamos um bem
maior como a paz e a tranqüilidade.
domingo, 12 de agosto de 2012
Vocação! Um Chamado de Deus!
ENTRE A CARENTE
FARTURA DAS ÁGUAS
Pequeno Histórico de Antonio Marcos Maciel de Araújo
Texto: Adelmo
Barbosa/Flores - PE
Ao nomearem seus filhos, é comum às
famílias nordestinas homenagearem pessoas influentes, sejam artistas, atletas
ou outras personalidades de renome nacional ou de ascensão mundial. A
prerrogativa existe por conta da importância de tais personalidades ou pela
influência que elas exercem sobre os próprios cidadãos. Outras referências também
são feitas a pessoas que fizeram História, como Maria Antonieta, Joana D’Arc e
outros tantos que passaram às gerações seus feitos heroicos, contribuindo com a
sociedade de alguma forma.
Todavia, a Igreja sempre aconselhou as
famílias a colocarem em seus filhos nomes de santos ou bíblicos. O poeta
pernambucano, Ivanildo Vila Nova, em seu “Nordeste Independente”, escreveu: “As crianças seriam batizadas só com nome de
santo como a gente, não teriam mais nome diferente que não pode botar nem
apelido”. Uma realidade que vai ficando muitas vezes longe do imaginário
popular e já não faz parte da cultura religiosa nordestina, embora alguns ainda
a preserve.
O nome a seguir é um misto do que a Igreja
aconselha com os versos de Ivanildo e uma referência a personalidades que, de
uma ou de outra forma, fazem parte da história brasileira: ANTONIO MARCOS
MACIEL DE ARAÚJO.
Filho da terra do frio, o “Oásis do
Sertão”, popularmente conhecido por Marco Maciel, tem, ao mesmo tempo,
referências a santos e personalidade política, em seu nome. Ser político é uma
de suas virtudes. A política da boa fé, ensejada na formação mais eficaz da
Igreja Católica, sob a proteção da Virgem Maria. Por algum tempo, sob a
proteção da Virgem das Dores, e pela maior parte do tempo, sob as bênçãos e
proteção da Virgem da Conceição.
Tem uma relação muito familiar com a
região onde nasceu: o entorno da Serra da Baixa Verde, onde estão encravados os
Sítios Souto e Oiticica. No primeiro iniciou sua caminhada na fé cristã, sendo
batizado na Capela de São José, no dia 2 de maio de 1981, dois meses após seu
nascimento em 13 de março. No segundo, viveu a infância e começo da juventude, onde
recebeu na capela de São Francisco de Assis a Primeira Eucaristia no dia 03 de
junho de 1993 cuja opção tornou-se sua defesa mais tarde. Prenúncio talvez
daquilo que seria sua meta de vida. Confirmou sua fé, recebendo o Sacramento da
Crisma pelas mãos de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho no dia 27 de
Dezembro de 1997 na igreja matriz de Nossa Senhora das Dores em Triunfo.
Natural de Triunfo, enraizado na Oiticica,
radicado em Flores. É filho de uma família reconhecidamente cristã, dessas
poucas que preservam ainda o respeito à fé, através da unidade da célula
cristã. Filho de Damiana Batista de Araújo e José Noval de Araújo é o quarto de
seis irmãos. Neste seio familiar e no misto de brisa fria e quente do entorno
da elevação da Baixa Verde, olhando para a torre da centenária Igreja da
Conceição, deixou fluir sua vocação: tornar-se padre. Vocação apoiada,
sobretudo pelo o avô, que o fez sentir muito sua falta quando voltou para o Pai
em 2005.
Mantendo e alimentando o sonho, iniciou
seus estudos primários nas Escolas Municipais Mínima Souto e Manoel Rodrigues
Júnior, respectivamente nos Sítios Souto e Melancia. Foi para a tradicional Escola
João Henrique da Silva, na Vila Canaã, onde cursou o Ensino Fundamental II (5ª
à 7ª série). Migrando para Flores, cursou a 8ª série no histórico Grupo Velho
“o Aires Gama”, e o magistério na também tradicional Escola Onze de Setembro,
concluindo o Ensino Médio. Expandindo simpatia e humildade, marca principal de
sua característica pessoal, trabalhou como professor nas Escolas: Nova Geração
e Pedro Santos Estima, ambas em Flores. A profissão, não o desviou da vocação.
Seu projeto de infância eram outro: ser padre.
Renunciou à vida docente e, num pedido
formal ao Pe. José Ailton Costa da Silva, então pároco de Flores, ingressou no
Seminário Propedêutico São Judas Tadeu em Afogados da Ingazeira como
seminarista representante da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Flores,
terra que adotou como sua pátria-mãe. Encaminhado por este e por Pe. Claudivan
Siqueira Santos, apresentou-se ao bispo, Dom Frei Luis Gonzaga Silva Pepeu , no dia 02 de fevereiro de 2004,
Festa da Apresentação do Senhor. Permaneceu no propedêutico por um ano, como
determina a Igreja, seguindo para o Seminário Maior São Carlos Borromeu
em Recife para dar continuidade aos estudos filosóficos e teológicos.
Ali, cursou Filosofia (2005 a 2007) no
Instituto Salesiano e no Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese do
Recife. Neste último, iniciou o bacharelado em Teologia no ano de 2008, sendo
transferido a seguir para a Universidade Católica de Pernambuco, onde concluiu
o curso em 2011. Ali, recebeu o certificado de colação de grau no dia 31 de
janeiro de 2012, após defender o Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia),
com o inédito tema: “Os fundamentos da Prática
Pastoral de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho” (primeiro
trabalho acadêmico sobre o “Profeta do Pajeú”), ideia singular, por se tratar
de um assunto inédito, o que lhe rendeu a nota máxima. Sem dúvida, um trabalho
de qualidade teria que ter uma história ímpar, daquele que defendeu
intrinsecamente a vida e a alma do povo sertanejo. Decerto, a nota não poderia
ser diferente.
Ainda em 2007, participou da visita do
Papa Bento XVI ao Brasil, representando a Diocese de Afogados da Ingazeira e o
Seminário São Carlos Borromeu. Esteve na missa de canonização de Santo Antonio
de Sant’Ana Galvão, no Campo de Marte – São Paulo e na visita do Papa à
Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no interior daquele Estado. Prova disso,
foram as diversas reportagens feitas de forma espontânea e gratuita para a
Rádio FLORESCER – FM, em Flores.
Morou em Recife por sete anos, atuando
como seminarista e realizando pastoral nas Paróquias de São Francisco de Assis
do Rio Doce em Olinda; São Sebastião, no Alto Pascoal; Nossa Senhora do Bom
Parto, em Campo Grande; São Paulo Apóstolo no Jardim São Paulo e Nossa Senhora
do Perpétuo Socorro – Jardim São Paulo/Piracicaba em Recife.
Terminados os estudos filosóficos e
teológicos, antes da colação de grau, no dia 30 de janeiro de 2012, participou
da missa pela conclusão do curso na Capela de Nossa Senhora da Graça, no
Seminário de Olinda.
De dezembro de 2011 à janeiro de
2012 por indicação de
Dom. Egídio Bisol, participou da 5ª
Experiência Missionária na Diocese de Santarém, no estado do Pará. Levando a
Boa Nova às comunidades ribeirinhas do município de Almeirim, com outros 82
missionários. Ali, experimentou a realidade de uma igreja que precisa estar
mais presente no meio dos povos mais oprimidos do nosso país.
Andarilho das águas perenes ou
intermitentes, filho do frio, sonhador da vocação sacerdotal, não deixou o
Pajeú. Tornou-se seminarista de Flores, para onde sempre retornou em seus
momentos de férias. Ajudando nas celebrações eucarísticas e festas da Padroeira
com dedicação, zelo e vontade vocacional.
Em outros momentos, era possível
vê-lo contribuindo com as ações diocesanas, fosse nas celebrações solenes,
fosse nas atividades pastorais. No Centro Diocesano, no imponente Stella Maris,
contribuiu com os cursos promovidos pela Diocese, entre os quais, o Curso
Bíblico-Teológico para Leigos, atuando como secretário adjunto. Foi palestrante
no Curso “Teologia e Vida no Planeta”, em julho de 2011, promovido pela Diocese
de Afogados da Ingazeira e a Universidade Católica de Pernambuco; ministrou
aula sobre o tema “Fraternidade e Vida no Planeta”.
O sucesso na apresentação rendeu-lhe,
juntamente com os demais palestrantes, todos seminaristas, sob o olhar atento
de dois professores da exigente Universidade, a menção honrosa de exímia
apresentação, feita pelos mais de 50 participantes do Curso e rescaldada nas
palavras de seus professores como de uma capacidade digna de respeito, provando
estar, assim como seus irmãos, pronto para o ministério.
No retorno à Diocese foi aninhar-se
nas asas de Luisinho, Padre-poeta, ícone da juventude pajeuzeira da década de
1980, na Paróquia de São José, na terra-mãe da sede da Diocese – Ingazeira.
Marcos é o símbolo do amor pela
vocação religiosa. Tem em Maria sua protetora.
Nas Dores, seu nascimento e os primeiros
passos na iniciação cristã, debaixo do frio de uma Terra que teima em ser brisa
em um escaldante Sertão. Da Conceição é filho por vontade própria. Por
iniciativa e por adoção. Traz no semblante a singeleza do povo florense, da
água que desce no Pajeú: às vezes caudalosa, às vezes serena, às vezes, nem
sempre...
Adotou Flores como sua terra e a
Virgem da Conceição como sua padroeira. Da imponente Matriz das Dores, pediu
licença para ser serviço na secular Igreja-mãe.
Não faz da humildade, humilhação, nem
subserviência. Usa-a como instrumento de amor ao próximo através do serviço à
Igreja de Cristo; seja nos brejões de Triunfo, na amada Flores, nos morros,
favelas ou bairros nobres do Recife, nas carentes águas perenes da Amazônia ou
na simplicidade das ingazeiras do lendário Pajeú.
Cresce na aba do chapéu sertanejo,
gotejando simplicidade sem carência. Expandindo amor, capacidade e coragem por
uma vocação ao mesmo tempo intrigante e eloquente.
Nas águas fartas do Amazonas, turvas do
Capibaribe/Beberibe ou raras do Pajeú, abraça a causa do Reino, sob o eco da
voz de Jesus: “Sigam-me, e eu farei de vocês pescadores de homens” (Mt. 4,19).
Feliz dia dos Pais!
Caríssimo
irmãos do grupo de vida João Paulo II, queridos internautas Paz e Luz para
todos. Neste dia dedicado a todos os pais, quero elevar a Deus as mais sinceras
orações por todos os pais do mundo, principalmente aqueles que vivem numa
constante luta pela salvação de sua família. Quero aqui bendizer a Deus o meu
agradecimento pelo dom da vida de meu pai o senhor Manoel Hipolito, como também gostaria de dizer-lhe: Papai,
hoje mais do que nunca queremos agradecer a Deus pelo pai que ele nos deu.
Somos felizes, por saber que és verdadeiramente um homem simples e honesto, que
dentro da sua simplicidade lutou para que cada um de seus filhos tornassem um
tesouro para Deus. Muito obrigado pelo amor que tem demonstrado para conosco.
Feliz dia dos pais!!!! Nosso pelicano!
sábado, 11 de agosto de 2012
Ordenação Diaconal em Afogados da Ingazeira/PE!
Nós nos alegramos e pedimos
orações por nossos irmãos Antonio Marcos Maciel de Araújo e Antonio Rogério,
para que o Espírito Santo de Deus possa conduzir nossos irmãos ao caminho da perfeição.
Dia 17 de Setembro de 2012
Local: Catedral de Afogados da Ingazeira/PE.
Ás 19h
Dia 17 de Setembro de 2012
Local: Catedral de Afogados da Ingazeira/PE.
Ás 19h
Deus seja Louvado!
CONVITE!
SANTO DO DIA
Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza
italiana, muito rica, onde possuía de tudo. Porém o que a menina mais
queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis. Aliás, foi
Clara a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal
franciscano. Sua família, entretanto, era contrária à sua resolução de
seguir a vida religiosa, mas nada a demoveu do seu propósito.
No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.
Depois disso, Clara, a conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.
Pouco tempo depois, Francisco levou-as para o humilde Convento de São Damião, destinado à Ordem Segunda Franciscana, das monjas. Em agosto, quando ingressou Pacífica de Guelfúcio, Francisco deu às irmãs sua primeira forma de vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de "Damianitas", depois, como Clara escolheu, de "Damas Pobres", e finalmente, como sempre serão chamadas, de "Clarissas".
Em 1216, sempre orientada por Francisco, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Mas conseguiu o "privilégio da pobreza" do papa Inocêncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano. O testemunho de fé de Clara foi tão grande que sua mãe, Ortolana, e mais uma de suas irmãs, Beatriz, abandonaram seus ricos palácios e foram viver ao seu lado, ingressando também na nova Ordem fundada por ela.
A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando. Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visões projetadas na parede da sua pequena cela. Lá, via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja. Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visão numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pôde assistir ao santo ofício que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisão e de todos os seus profissionais.
Depois da morte de são Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele. Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mãos o Santíssimo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exercito dos turcos muçulmanos.
No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as sua "irmãs clarissas" asseguradas. Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis.
No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.
Depois disso, Clara, a conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.
Pouco tempo depois, Francisco levou-as para o humilde Convento de São Damião, destinado à Ordem Segunda Franciscana, das monjas. Em agosto, quando ingressou Pacífica de Guelfúcio, Francisco deu às irmãs sua primeira forma de vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de "Damianitas", depois, como Clara escolheu, de "Damas Pobres", e finalmente, como sempre serão chamadas, de "Clarissas".
Em 1216, sempre orientada por Francisco, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Mas conseguiu o "privilégio da pobreza" do papa Inocêncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano. O testemunho de fé de Clara foi tão grande que sua mãe, Ortolana, e mais uma de suas irmãs, Beatriz, abandonaram seus ricos palácios e foram viver ao seu lado, ingressando também na nova Ordem fundada por ela.
A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando. Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visões projetadas na parede da sua pequena cela. Lá, via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja. Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visão numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pôde assistir ao santo ofício que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisão e de todos os seus profissionais.
Depois da morte de são Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele. Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mãos o Santíssimo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exercito dos turcos muçulmanos.
No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as sua "irmãs clarissas" asseguradas. Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis.
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
A fé abre todas as portas para a
pessoa humana e lhe possibilita a superação de todos os problemas e
dificuldades, mas a fé não é mágica ou bruxaria que, através de rituais,
possibilita a todas as pessoas que os utilizem a manipulação de Deus ou
da natureza. A força da fé está na parceria com Deus e na adesão ao seu
plano de amor. Quando nós fazemos isso, o sucesso das nossas atividades
não está nas atividades em si, mas no próprio Deus que, conosco,
realiza as suas obras. Logo, o poder da fé está na adesão e não no rito e
a fé verdadeira é, antes de tudo, compromisso com Deus.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
Hoje em dia, mais do que nunca, o
testemunho dos valores do Evangelho se faz necessário até às últimas
conseqüências. A partir daí percebemos uma das maiores responsabilidades
do discipulado: a vivência de forma radical dos valores evangélicos e o
testemunho da verdade anunciada por Jesus. Todas as pessoas que assumem
esta radicalidade do Evangelho mostram ao mundo que existe a verdadeira
esperança de superar todos os males que marcam o nosso tempo e
construir uma nova realidade, fundamentada nos valores evangélicos, que
pode trazer às pessoas humanas a verdadeira felicidade, e que, na sua
busca, vale a pena o sacrifício até mesmo da própria vida.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Arquidiocese de porto velho prepara primeira experiência missionária!
Uma ação missionária para uma região de
250 quilômetros de extensão, onde estão 64 comunidades na divisa de Rondônia
com os estados do Acre, Amazonas e a Bolívia. É o convite feito por dom
Esmeraldo Farias, arcebispo de Porto Velho (RO) aos seminaristas de sua
arquidiocese e de todo o país, interessados em conhecer a prática pastoral na
região da Amazônia.
O projeto deve receber os missionários
entre os dias 28 de dezembro deste ano e 21 de janeiro de 2013. “A programação
básica consta de uma preparação mais imediata de dois dias com todos os
missionários, para aprofundarmos e rezarmos o sentido da Missão em nossa vida e
da nossa vida a serviço da Missão”, afirma dom Esmeraldo.
A base do trabalho será a Palavra de
Deus, inspirado no segundo capítulo da Carta aos Efésios, enfatizando a
misericórdia de Deus. Por isso, o lema da missão será “Jesus é a nossa Paz”.
“Na preparação, contaremos também com a participação de representantes das comunidades
a fim de que possam situar-nos na história e realidade sócio-eclesial em que
vivem. Em seguida, em equipe, estaremos vários dias em cada comunidade para as
visitas de casa em casa, encontros com lideranças, com pastorais, com crianças,
jovens, famílias, celebrações com o povo, caminhadas”, relata o bispo.
A Experiência Missionária é uma etapa
importante da formação dos seminaristas da Arquidiocese, e será retomada em
outros períodos do ano. Dom Esmeraldo recorda que a dimensão pastoral-missionária
é o eixo articulador da formação de presbíteros missionários. Por este motivo,
ao final da missão, “o grupo fará uma avaliação e um dia de retiro a fim de
recolhermos o que Deus nos fez ver, ouvir e sentir”.
O projeto da Arquidiocese de Porto
Velho é aberto à participação de seminaristas de outras dioceses brasileiras.
Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (69) 3221-2270 ou
3224-1590.
Fonte: CNBB
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
Reflexão - Mt 16, 13-23
O Evangelho de hoje pode sugerir
duas perguntas para a nossa vida pessoal.A primeira é: em que
fundamentamos o nosso conhecimento no que diz respeito à nossa fé? A
segunda pergunta é: quais são as conseqüências da nossa fé para a nossa
vida? Quanto à primeira pergunta, podemos fundamentar o nosso
conhecimento sobre as coisas da fé a partir da Palavra e do Magistério
da Igreja, que nos garantem a verdade, mas podemos fundamentar este
conhecimento na opinião de muita gente que fala muita coisa a respeito
de Deus sem entender nada de nada ou até mesmo termos uma fé sem
fundamento nenhum. Quanto à segunda pergunta, podemos fazer da nossa fé o
motor da nossa vida ou podemos ter apenas uma fé discursiva ou
indiferente, que não representa nada para a nossa vida concreta.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Papa nomeia novo bispo para Campina Grande
Dom Manoel nasceu Biritinga (BA) em
1954. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário São Francisco de Assis,
em Nova Veneza (SP). Tem mestrado em Ciência da Comunicação, na
Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, e licenciatura em letras
pela Universidade Católica de Salvador (BA).
O novo bispo de Campina Grande foi
ministro provincial em Salvador (1998 e 2001) e exerceu o cargo de
Definidor Geral para a América Latina junto à cúria geral dos
Capuchinhos (2002 a 2006).
Seu lema episcopal é “Ide aos meus irmãos” (Jo 20,17).
Fonte: CNBB
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
O Evangelho de hoje nos revela a
diferença fundamental entre o judaísmo e o cristianismo, entre as idéias
do povo de Israel e as idéias que devem marcar a vida da Igreja. Para o
povo de Israel, ele era o único povo de Deus e não poderia haver outro e
as demais nações da terra não poderiam receber os benefícios de Deus.
Para a Igreja, todos os homens e mulheres do mundo, de todas as classes,
línguas e nações, são objetos da ação salvífica de Deus, de modo que a
graça divina é para todos e a salvação é universal. No primeiro momento
do Evangelho de hoje, Jesus nos mostra que é verdadeiramente um judeu,
mas no segundo, nos mostra como verdadeiramente devemos ser e agir.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
A PALAVRA DE DEUS NA VIDA
A cena da Transfiguração situa-se nos
inícios da segunda parte do Evangelho de Marcos. A primeira parte (Mc 1, 1 – 8, 29) parece querer ser
a resposta à incompreensão das pessoas que se interrogam – “quem é este homem?
”– sem atinarem com a resposta certa, culminando com a confissão de Pedro: “Tu
és o Cristo!” (8, 29). Mas perante a revelação da natureza da obra messiânica
de Jesus, que passa pela aparente derrota da Paixão e da Cruz, surge a
incompreensão dos próprios discípulos, a começar pelo próprio Pedro (8, 31-33). A visão antecipada da glória do Messias na
Transfiguração serve de corretivo para aqueles que
ficaram confundidos com o primeiro anúncio da Cruz como meio de salvação (8, 31 – 9, 1). Para nós, é também uma visão antecipada da
vinda gloriosa de Cristo, a encher-nos de esperança (cf. Filp
3, 21). A Transfiguração do Senhor nada tem a ver com os mitos gregos das
metamorfoses. O próprio S. Lucas, melhor conhecedor da cultura grega, teve o
escrupuloso cuidado de evitar o verbo grego usado por S. Marcos – metamorfôthê, transfigurou-Se – substituindo-o por um
circunlóquio: “ao rezar, ficou outro o aspecto do seu rosto”. Nos mistérios
gregos, chega-se progressivamente à transformação da natureza – a metamorfose
–, através duma iniciação mistagógica, ao passo que
esta transfiguração de Jesus foi repentina e passageira, uma manifestação do
que Jesus já era antes.
Pedro, Tiago e João, são os
três prediletos de Jesus, destinados a ser “colunas
da Igreja” (Gal 2, 9) particularmente firmes, também
testemunhas da ressurreição da filha de Jairo (Mc 5,
37) e da agonia de Jesus no horto (Mt 26, 37), diríamos, uma espécie de núcleo
duro dos Doze. “A um alto monte”: Os Evangelhos não dizem o nome do monte que
habitualmente se julga ser o Tabor, um monte situado
a 10 km
a Leste de Nazaré, segundo uma antiga tradição já referida por Orígenes. Como
este monte não é muito alto (apenas 560 m), há exegetas que falam antes do Monte Hermon (2.759
m), junto a Cesarea de Filipe,
região onde Jesus tinha estado, segundo os três sinópticos, uma semana antes.
“E transfigurou-Se diante deles”: o acontecimento é descrito,
não como uma visão, mas como uma epifania, pois foi
Ele mesmo a “manifestar” a sua própria glória divina, enquanto estava com eles.
O fato deveras notável não foi tanto a visão de
Moisés e Elias, mas a da glória de Jesus.
“As vestes… resplandecentes…” S.
Marcos não faz referência ao rosto de Jesus que ficou brilhante como o Sol (Mt
17, 2). O Evangelista não precisava de pormenorizar
mais, pois a referência da brancura sobrenatural das vestes era o suficiente
para que o leitor tomasse consciência da personalidade celestial de Jesus (cf. Dan 7, 9; Act 1, 10; Apoc 3, 4-5; 4, 4; 7, 9).
“Moisés e Elias”. A sua presença à volta
de Jesus deixa ver como a Lei e os Profetas convergem para Ele, uma vez que
tinham preparado e anunciado a sua vinda. A própria tradição rabínica falava de
Moisés como precursor do Messias e Malaquias
anunciara a vinda de Elias nos tempos messiânicos (Mal 3, 23).
“Três tendas”. Assim se prestava Pedro a
facilitar que se prolongasse aquele êxtase paradisíaco. Fala de três e não de
um único refúgio, tendo em conta a desigual dignidade de cada uma das pessoas.
“Não sabia o que dizia”: Pedro, tomado de assombro, pensa em categorias de um
messianismo glorioso e pretende que aquela situação extraordinária se prolongue
e mantenha, totalmente alheado da realidade do dia a
dia. “Veio então uma nuvem”: mas esta não era uma resposta à sugestão de Pedro
para construir um abrigo; a nuvem – a tenda de Deus (cf. 2 Sam
22, 12; Sl 18(17), 12), que cobriu e envolveu Jesus
“com a sua sombra” –, aparece sobretudo como um sinal
bíblico da presença de Deus, que simultaneamente O revelava e O ocultava (cf.
Ex 13, 22; 19, 9; 24, 15-16; 33, 9; Lv 16, 2; Nm 9, 15-23; 11, 25). De acordo com Lc
9, 32, este prodígio deve-se ter verificado de noite, enquanto o Senhor fazia
oração (Lc 9, 29). Mas não consta que Jesus se tenha
elevado, levitando no ar, como O pintou Rafael. “Este é o meu Filho”. Com estas
palavras a cena atinge o apogeu: a voz vinda do Céu (a bat-qol,
como garantia divina) é mais uma confirmação divina da anterior confissão da fé
de Pedro (Mc 8, 29). S. Tomás comenta: “Apareceu toda
a Trindade, o Pai na voz, o Filho no homem, o Espírito na nuvem luminosa”.
“Ordenou-lhes que não contassem…” Esta
ordem pertence à chamada disciplina do segredo messiânico – a que Marcos dá
especial ênfase pela preocupação teológica de fazer ressaltar a incompreensão
perante Jesus, a ser superada pelos seus só após a glória da Ressurreição –,
visa evitar possíveis agitações populares, que só contribuiriam, para perturbar
e dificultar a missão de Jesus.
Fonte: http://www.comshalom.org
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